sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ASSALTO DE ROLÂNDIA NO G1 / GLOBO

G1 PR - GLOBO

26/08/2016 07h29 - 

Família é feita refém por duas horas durante assalto em Rolândia no PR

Um dos moradores foi rendido quando chegava em casa, na quarta (25). 
Um jovem foi preso e um menor apreendido; ninguém ficou ferido.

Do G1 PR

Uma família que mora em Rolândia, no norte do Paraná, foi mantida refém por cerca de duas horas durante um assalto na noite de quinta-feira (26). Segundo a Polícia Militar (PM), um jovem de 18 anos e um menor de 17 renderam um dos moradores quando ele chegava em casa, por volta das 23h. As outras vítimas estavam dentro da casa e também foram rendidas na sequência.

Um dos reféns conseguiu acionar a PM escondido dos criminosos e todos foram liberados na sequência. Ninguém ficou ferido.

Um dos assaltantes foi preso e o outro foi apreendido. Eles estavam armados com uma pistola, que também foi apreendida.

Quer saber mais notícias da região? Acesse o G1 Norte e Noroeste.

VÍDEO ASSALTO DE ROLÂNDIA NA TAROBÁ

VÍDEO POLÍCIA DE ROLÂNDIA PRENDE ASSALTANTES QUE MANTINHAM FAMÍLIA COMO REFÉNS

AZEITES ADULTERADOS COM MISTURAS PROIBIDAS


Quatro azeites adulterados em teste da PROTESTE

Além disso, outros sete produtos dizem ser extravirgens, mas não são! Confira a avaliação completa de das vinte marcas testadas.

De vinte marcas de azeite, quatro estão adicionados de outros óleos vegetais e sete não são o que dizem ser. Essa é a conclusão de nosso mais recente teste desse alimento, que continua a revelar problemas para o consumidor.

Os produtos que não podem ser considerado azeites são Pramesa, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d’Aldeia. Eles foram eliminados do teste após nossa análise em laboratório comprovar adulteração.


Na prática, isso significa que ao azeite (proveniente da azeitona) foram adicionados outros óleos vegetais, o que não é permitido por lei. Dessa forma, ao adquirir um desses produtos, você e sua família vão consumir uma mistura de óleos longe de oferecer ao organismo as mesmas vantagens que o verdadeiro extravirgem é capaz de fornecer.

Parecem azeites, mas não são: fuja destas marcas


Infelizmente, esse não foi o único problema que encontramos. Pois além disso, sete marcas não podem ser classificadas como extravirgem. São elas: Qualitá, Beirão, Carrefour Discount, Filippo Berio, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d'Aldeia.

Extravirgens? Só no rótulo.

As quatro primeiras foram consideradas virgens. As outras três, que, como já mencionado, apresentaram fraude, possuem características sensoriais de azeite lampante, o qual nem poderia ser levado à mesa, devido a sua acidez intensa, só devendo ser destinado para uso industrial.


Com exceção dos eliminados, todos os produtos foram bem ou muito bem avaliados no quesito estado de conservação, o que indica que eles vêm sendo armazenados corretamente.

Quais são os tipos de azeite?

Campeão nas vantagens para a saúde, o extravirgem é ideal para a finalização de pratos e saladas. Já o virgem é mais apropriado para o preparo de alimentos quentes – como refogados e cozidos –, enquanto o lampante não deve ser consumido diretament eem sua casa.

Quando você compra um azeite adulterado, acaba comprando ¬gato por lebre: paga o equivalente a um produto mais caro, mas leva outro para casa.


A alteração sensorial pode não ser percebida pelo consumidor leigo, é que, em algumas situações, o óleo de sementes bem refinado não tem cheiro ou sabor. Assim, quando misturado ao extravirgem, prevalecem o cheiro e o sabor do segundo, o que impede o óleo de ser detectado facilmentedurante o consumo.

Cinco marcas mudaram para melhor

Frente a tantos problemas, uma excelente notícia: percebemos a melhora de algumas marcas. Em nosso último teste, La Española, Carbonell, Serrata, Gallo e Borges foram tidos como virgens. Desta vez, contudo, eles provaram ser extravirgens.

Rótulos e embalagens podem melhorar

Embora de vidro, a embalagem do Qualitá é transparente. Esse tipo de recipiente é inadequado. Para melhor conservação do produto, o ideal é que ele seja armazenado em embalagem preferencialmente de vidro escuro. Vale lembrar que, além desse problema, esse azeite foi apontado como virgem em nossa análise sensorial. Por isso, não aconselhamos sua compra.

No geral, os produtos se saíram bem em relação aos rótulos. No entanto, encontramos alguns problemas. A maioria deles não traz o prazo de conservação após a abertura da embalagem e alguns pecam quando o assunto é estreitar e facilitar a interação entre o consumidor e a empresa: falta e-mail e telefone para contato. Além disso, alguns itens obrigatórios por lei foram desconsiderados: o Cocinero deixa de informar a data de envase e nem todos os importados possuem o país de origem estampado na embalagem.

Qual é o melhor azeite?

O Cocinero foi escolhido como O Melhor do Teste e A Escolha Certa. Autêntico azeite extravirgem, apresentou qualidade excelente, além do melhor custo-benefício entre os produtos avaliados em nosso teste.

Porém, embora não tenha pecado no quesito estado de conservação, o fato de sua embalagem ser de plástico pode ser apontado como ponto negativo, pois garrafas de vidro escuro tendem a conservar melhor o alimento. O rótulo precisa de adequações, uma vez que não informa a data de envase do produto.

Você pode encontrar o azeite Cocinero por preços que variam entre R$ 10,15 e R$ 21,49.

Resultados completos do teste, clique aqui

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

ASSALTO COM REFÉNS EM ROLÂNDIA

23:30 HORAS 
Aconteceu no Jardim Alto da Boa Vista. Rua Marechal Deodoro da Fonseca. A polícia acaba de prender os marginais. Um maior e outro menor de idade. Mantiveram uma família  com cerca de 8 pessoas como reféns por cerca de duas horas. Momentos de terror e medo. Daqui a pouco as imagens do momento da prisão com entrevistas com o comandante do 15º BPM e Delegado. FOTOS DO BLOG DO FARINA






















TOSA DE CÃES EM ROLÂNDIA


POVO DE ROLÂNDIA ESTAMOS POBRES DE PROFISSIONAIS NA ÁREA DE TOSA NOS CÃES. JÁ NÃO AGUENTO MAIS. LEVEI MEU CÃO NA  LOJA "A"  MACHUCARAM, FUI NA  LOJA "B"  TAMBEM...  AI PELO MENOS  DERAM SUPORTE PARA CURAR.   HOJE LEVEI NA LOJA "C" E  O MACHUCADO FOI MAIOR.   A CACHORRA ESTA AQUI CHORANDO.  NÃO PODE NEM SE MEXER,  PODE ISSO?
VEJAM QUE ESTÃO USANDO OS CÃES COMO COBAIA, OS DONOS DE PET NECESSITAM PRIMEIRO PROFISSIONALIZAR SEUS TOSADORES E NÃO QUERER SÓ COBRAR UM ABSURDO E AINDA ACHAREM Q SÃO OS BONS. PRONTO DESABAFEI O QUE ESTAVA ENGASGADO. NÃO É BRINCADEIRA.

COMENTÁRIO: 
MINHA ESPOSA LIGA SEMPRE PARA UMA MOÇA QUE TRABALHA POR CONTA. ELA VEM AQUI EM CASA. PEGA O BOBINHO... LEVA ELE NA COLEIRA... DEPOIS DE UM TEMPO TRÁS DE VOLTA. NUNCA  TIVEMOS PROBLEMA. MAS VALE O ALERTA. FARINA


PRIMAVERA CHEGOU EM ROLÂNDIA - NORTE DO PARANÁ

E NO MEU JARDIM DA VIDA...É PRIMAVERA!!! TE AMO...



DISK / LIGUE / TELEFONE MONTADOR DE MÓVEIS EM ROLÂNDIA - PR.

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Rolândia-PR.
manutenção e recuperação de peças do móvel.

BANDA DE ROLÂNDIA PRECISA DE PATROCÍNIO

Farina, meu nome é Julia e sou mãe de um dos alunos da Acrebi. gostaria de lhe comunicar que fomos convidados a participar das comemorações na Cidade de Rivera no Uruguai. Estamos muito felizes com o convite, porém precisamos de ajuda para divulgar e conseguir um patrocínio para pagarmos o ônibus e os custos da viagem. a hospedagem e alimentação a cidade vai ofertar. 
OBS. são 16 horas de viagem precisamos de um ônibus semi leito grande que acomode toda a anda e equipe.
Em nome de todas a crianças envolvidas a Acrebi agradecemos, tendo em vista que estas crianças tem a missão importante de representar nossa Cidade, Estado e País já que fomos uma das poucas convidadas do País e a ÚNICA do Paraná. Desde já conto com a ajuda de todos e Agradeço.JULIA




TEM ONÇA PARDA EM ROLÂNDIA ??

FOLHA DE LONDRINA.

Tem uma onça-parda perto de você
Segundo maior felino das Américas, animal percorre grandes distâncias em busca de alimentos; encontro com o homem é inevitável por causa da devastação das florestas

Sérgio Ranalli
Professor João Galdino e um exemplar taxidermizado de um animal que morreu atropelado no Norte Pioneiro


No sítio que possui no Distrito de Maravilha, na zona sul de Londrina, a professora universitária Maria Josefa Santos Yabe já ficou a poucos metros de uma onça-parda. "Ela passou por trás de mim. Meu marido viu, avisou-me e, quando olhei, o animal já estava pulando no mato", recorda. 
Em Rolândia (Região Metropolitana de Londrina), próximo ao Distrito de São Martinho, agricultores estão de orelha em pé. Até uma emissora de rádio local anda alertando que uma onça está andando pela região. Pertinho dali, no Distrito de Bartira, algumas pessoas chegaram a ver uma fêmea com dois filhotes cruzando uma estrada rural. E um cachorro do agricultor Laurindo Liberatti morreu depois de enfrentar um felino, provavelmente uma parda. "Foi uma briga boa, mas ela mordeu bem no pescoço do meu animal. Eu não a vi. Mas pelas pegadas que deixou na terra, era grande", conta. 
Em Cornélio Procópio (Norte Pioneiro), o professor João Galdino, que mantém um Museu de História Natural na cidade, recebeu, recentemente, a notícia de que mais uma onça-parda foi atropelada em uma estrada, perto dali. 
Em maio deste ano, um exemplar do animal foi capturado em Uraí (Norte), na beira da PR-442. Era uma fêmea. Havia sido atropelada e acabou morrendo. Ano passado, houve capturas na área urbana de Apucarana (Centro-Norte) e Mandaguari (Noroeste). 
Conhecida também como suçuarana, leão-da-montanha, leão-baio e puma, dependendo da região, a onça-parda, que os cientistas chamam de Puma concolor, está longe de ser numerosa no Brasil. Um artigo elaborado por diversos pesquisadores e publicado no site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) diz que "a população efetiva estimada é de aproximadamente 17 mil indivíduos no Brasil inteiro". A espécie está na lista daquelas que são consideradas vulneráveis pelo Ministério do Meio Ambiente. 
Porém, as pardas, que estão no topo da cadeia alimentar, precisam de vastas áreas de matas para se alimentarem de animais silvestres, como pacas, tatus, capivaras, cotias. Na falta desses ambientes, percorrem grandes distâncias em busca de alimentos. Visitam propriedades rurais, abatem galinhas, porcos, carneiros, bezerros. Quando dão a sorte de escapar das balas de caçadores e dos para-choques de automóveis podem até chegar a regiões urbanas. 
Estudos apontam que o território de uma onça-parda macho chegue a 150 quilômetros quadrados. A cada quatro ou cinco dias, o animal dá uma volta completa neste território. E o Norte do Paraná, certamente, é a área de alguns exemplares. "A espécie está presente em toda a região, embora ainda sofra com a caça devido aos ataques às criações domésticas", destaca Rogério Cunha de Paula, coordenador substituto do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do ICMBio. 

ADAPTAÇÃO 
A suçuarana é o segundo maior felino das Américas, menor apenas que a onça-pintada, e ocorre da América do Norte, desde o Canadá, até o Sul do Chile. Adapta-se bem a diversas condições, das montanhas nevadas da Patagônia Chilena às regiões quentes do Brasil. "Entre os mamíferos terrestres da área ocidental do planeta, é o que tem a maior distribuição", destaca o professor Fernando de Camargo Passos, do Laboratório de Biodiversidade, Conservação e Ecologia de Animais Silvestres (LAbceas), da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 
É justamente por se adaptar bem, andar muito e ser oportunista para capturar alimentos que a onça-parda anda encontrando o homem em seu caminho. "Nós é que invadimos os limites dela", comenta o professor João Galdino. No Museu de Cornélio Procópio estão dois exemplares que ele mesmo taxidermizou e que foram mortos atropelados em rodovias do Norte Pioneiro. 
Na opinião de Passos, o animal mais precisa ser protegido do homem do que vice-versa. "Como há muita divulgação a cada vez que uma onça-parda é encontrada, dá-se a impressão de que há muitas. Isso não é verdade. A densidade é baixa. O animal vive poucos anos, demora três anos para entrar em idade reprodutiva e, em média, sobrevivem dois ou três filhotes. Como andam muito, cruzam rodovias e são atropelados, além de serem perseguidos por caçadores pelo fato de comerem criações. Por tudo isso, devemos preservar", enfatiza. 
Ataques a humanos são raríssimos. A onça-parda tende a fugir, é arisca. No Paraná, em 2012, um idosa de 86 anos foi morta atacada por um animal, em São Jorge do Oeste (Sudoeste). Como pegadas de suçuarana foram encontradas perto do corpo, existe a suspeita de que o felino tenha causado o óbito. 
Por isso, a primeira coisa a fazer a dar de cara com uma onça-parda é não correr. Ela pode te confundir com uma presa. E ela é mais rápida que você. O jamaicano Usain Bolt, que comprovou ser o homem mais rápido do mundo nos jogos olímpicos do Rio, chega a 45 km/h. A onça-parda chega a 80 km/h.

Wilhan Santin
Especial para a Folha